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  • Roberto Donizete Anezio - PV
  • Vereadores
    26ª LEGISLATURA
    Presidente Atual
    Roberto Donizete Anezio
Data: 01/06/2016 Hora: 00:00:00
História de Bocaina (Resumo)
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Em 1855, o mineiro JOÃO GARCIA DE ALMEIDA, adquire 5.469,80 hectares de terras, dividiu em 3 condomínios denominados Cabeceiras da Bocaina, Bocaina de Cima e Bocaina de Baixo. Por essa época os irmãos Manoel e Ludovino Valadão de Freitas vindos da Cidade de Bananal, no Vale do Paraíba adquirem outra grande extensão de terras e dão o nome de Fazenda Bananal e também formam outro condomínio. É o inicio das grandes plantações de café.

A imigração principalmente de italianos e espanhóis faz crescer a população e o desenvolvimento da região.

Ali, à beira da antiga estrada que ligava Jaú à Araraquara formou-se um pequeno Arraial e em 23 de Maio de 1891 é fundada a Vila de São João da Bocaina, tendo a frente da empreitada o Capitão Bento Bernardes Rangel. A Vila recém fundada elege seu primeiro Intendente que foi Venâncio Garcia Simões, filho de João Garcia de Almeida.

Em 19 de Dezembro de 1906, por força de Lei Estadual a sede do Município (Vila) é elevada a Cidade.

Em 1938, pelo Decreto Estadual nº 9.775, o município de São João da Bocaina passou a denominar-se somente Bocaina.

A origem do nome Bocaina apresenta algumas versões. Entretanto escrituras de compra e venda de terras em 1855, já mencionavam sítios e córregos com este nome, Presumimos que os Valadão de Freitas, que vieram de Bananal deram essa denominação a uma grande área confrontante a sua fazenda Bananal.

(Texto preparado por Paulo Roberto dos Santos Mello em 04/10/2001, in: “História do Município de Bocaina – 2001”)

 

HISTÓRICO

A antiga povoação do “Arraial de São João”, posteriormente São João da Bocaina e hoje Bocaina, teve por fundadores o Capitão Bento Bernardes Rangel e Luiz Valadão de Freitas.

O primeiro doador de terras para formação do município foi José Ignácio, que nesse empreendimento contou com auxílio de seu sobrinho JOSÉ IGNÁCIO DE ALVARENGA.

O povoado recebeu o nome de São João de Bocaina por ter sido fundado na ocasião das festas juninas, no local em que naquela época, era a entrada de um boqueirão em meio da mata virgem.

 

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Por ato de 8 de Julho de 1890 foi criado o distrito policial de São João da Bocaina, no município de Jaú. Foi elevado a Distrito de Paz pelo Decreto nº 131, de 28 de Fevereiro de 1891, e a vila (Município) pelo Decreto nº 175 de 23 de Maio de 1891, verificando-se sua instalação em 11 de Julho de 1891. A sede Municipal foi elevada a categoria de cidade, por força da Lei nº 1038, de 19 de Dezembro de 1906. O Município compõe-se de um só Distrito de Paz, de São João de Bocaina, e passou a denominar-se simplesmente Bocaina, pelo Decreto nº 9775 de 30 de Novembro de 1938.

Pelo Decreto Lei nº 14.334, de 30 de Novembro de 1944, teve alterada suas divisas, aumentando sua área, com áreas dos municípios de Bariri e Boa Esperança do Sul, continuando a permanecer com apenas um Distrito.

Desde 1936, o Município de Bocaina, esta judiciariamente subordinado ao Termo da Comarca de Jaú. (63ª Zona Eleitoral).

Sua Delegacia é de 5ª classe, pertence a 3ª Divisão Policial (Região de Jaú).

 

DADOS HIDROGRÁFICOS

O Município é banhado por 11 Córregos e 7 Ribeirões e um Rio de Grande Porte – O Rio Jacaré Pepira.

 

LOCALIZAÇÃO

O município esta localizado na micro região homogênea 22, a 250 Km em linha reta e a 300 Km por via Rodoviária, da Capital do Estado, sendo as seguintes suas coordenadas geográficas:

22º 08’ Latitude Sul

48º 31’ Longitude W Gr.

 

LIMITES

O município de Bocaina, limita-se com os municípios de Bariri, Boa Esperança do Sul, Dourado e Jaú.

 

ALTITUDE

Sua altitude é em torno de 614,00 metros.

 

DADOS GEOLÓGICOS

A parte inferior da cidade assenta sobre derrame de lavas e a parte superior sobre arenito Bauru, ambas rochas relacionadas a série São Bento. Na região, o arenito sobrepõe-se á lava, abaixo da qual não foi descoberta nenhuma outra camada de arenito.

A espessura da lava não é conhecida, aparenta ser grande, podendo ser estimada em 105,00 metros.

 

ARÉA DO MUNICÍPIO

Área do Município – 372 Km²

Área do Perímetro – 11.512.175,00 M²

Ou 15.371,90 Alqueires, ou 37,20 Hectares

 

ACERVO CULTURAL

Na Igreja Matriz de São João Batista existem 13 telas de Arte Sacra de autoria do pintos BENEDITO CALIXTO DE JESUS que foram executadas entre 1914 a 1915. A tela que mais se destaca é SALOMÉ RECEBE A CABEÇA DECAPITADA DE SÃO JOÃO BATISTA”.

 

PREFEITOS

1ª Intendência: 1891 A 1893

Venâncio Garcia Simões

Vicente Ferraz de Almeida Prado

Pedro Eleutério

Luiz Antunes Cardia

José Ignácio de Alvarenga

2ª Intendência: 1893 a 1895

Moysés Claudino de Freitas

Francisco Assis de Vasconcelos

Pedro Alexandre de Carvalho

Aquilino José Pacheco

João Caetano da Silva

João Mariano Rodrigues

3ª Intendência: 1896 a 1898

Onofre Pacheco de Almeida Sampaio

João Batista de Campos Mello

Venâncio Garcia Simões

Alfredo Magalhães Marques

Manoel de Paula Leite de Barros

Antonio Pereira de Toledo

OBS: Com a renúncia de 2 de seus membros entraram os Srs. José Cândido Ferreira e Antonio Pereira.

4ª Intendência: 1899 a 1901

Luiz Valladão de Freitas

Luiz Antunes Cardia

Manoel Furquim Pereira

Benedito Rodrigues de Carvalho

Emilio Casasco

Dr. Galdino Telles de Meneses

OBS: Em 10/10/1901, renunciou Manoel Furquim Pereira, sendo substituído por Marcelino de Campos Pacheco. Em 04/08/1901, exonerou-se o Sr. Luiz Antunes Cardia, entrando José Marcelino de Oliveira Pinto.

5ª Intendência: 1902 a 1904

Luiz Valladão de Freitas

Teodoro Pereira de Carvalho

Dr. Mathias Lobato de Velho Lopes

Affonso Honório Lacerda

Luciano Marcelino de Oliveira

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

OBS: Com as renúncias de Luciano Marcelino de Oliveira, Luiz Valladão de Freitas e Dr. Mathias Lobato de Velho Lopes, entraram os senhores Virgílio Victor de Carvalho, Dr. Galdino Telles de Meneses e Antonio Campos Leite.

6ª Intendência:  1905 a 1907

Virgílio Vitor de Carvalho

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Teodoro Pereira de Carvalho

Antonio Campos Leite

Amador de Paula Leite de Barros

Venâncio Garcia Simões

Virgílio de Carvalho

OBS: Esta foi a última Intendência de nossa história. Em 1908,  reorganizado o sistema administrativo do Estado, foram eleitos os primeiros Prefeitos, Vice-Prefeitos e Vereadores, passando o Município a ser constituído por dois Poderes: Executivo e Legislativo.

 

PREFEITOS E VEREADORES MUNICIPAIS

 

1º -  1908 à 1910

Prefeito:        

Ulysses Corrêa

Vice-Prefeito:

Manoel Correia

Vereadores:   

Onofre Pacheco de Almeida Prado

Venâncio Garcia Simões

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Alfredo da Costa Cardoso

OBS: Nesse triênio resignou o cargo o Sr. Manoel Correia, sendo substituído por Alfredo da Costa Cardoso, sendo eleito para a vaga de Vereador o Sr. Ataliba de Paula Leite de Barros. Na mesma época resignou o cargo o Sr. Onofre Pacheco de Almeida Prado sendo substituído por Venâncio Garcia Simões.

 

- 1911 à 1913

Prefeito: 

Ulysses Corrêa

Vice-Prefeito:

Alfredo da Costa Cardoso 

Vereadores:

Venâncio Garcia Simões

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Ataliba de Paula Leite de Barros

Guilherme Francisco da Silva

 

- 1914 à 1916

Prefeito:

Alfredo da Costa Cardoso

Vice-Prefeito:

Guilherme Francisco da Silva           

Vereadores: 

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Pedro Alexandrino de Carvalho

Dr. Ozorio Ferreira Dias

Henrique Montenegro

OBS: Nesse Triênio Pedro Alexandrino de Carvalho e Henrique Montenegro foram substituídos por Ulysses Corrêa e Luiz Ferreira Campanhã, respectivamente.

 

- 1917 à 1919

Prefeito: 

Ulysses Corrêa

Vice-Prefeito:

Guilherme Francisco da Silva           

Vereadores:

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Alfredo da Costa Cardoso

Joaquim Pereira de Carvalho

Luiz Ferreira Campanhã

OBS: Nesse triênio assumiu o cargo de Prefeito o Dr. Ozorio Ferreira Dias pela renúncia de Ulysses Corrêa.

 

- 1920 à 1922

Prefeito:

Dr. Osório Ferreira Dias

Vice-Prefeito:

Ulysses Corrêa

Vereador:

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Pedro Alexandrino de Carvalho

Guilherme Francisco da Silva

Francisco Bertino de Oliveira Pacheco

OBS: Foi a primeira eleição em que os partidos oposicionistas conseguiram eleger um Vereador.             

 

- 1923 a 1925

Prefeito:

Dr. Osório Ferreira Dias

Vice-Prefeito:

Guilherme Francisco da Silva

Vereadores:

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Ulysses Corrêa

Henrique de Freitas Montenegro

Luciano Marcelino de Oliveira

OBS: No final desse mandato o Prefeito Dr. Osório Ferreira Dias foi substituído pelo seu Vice-Prefeito Guilherme Francisco da Silva.

 

- 1926 a 1928

Prefeito:

Dr. Osório Ferreira Dias

Vice-Prefeito:

Artur de Freitas Montenegro

Vereadores:

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Luciano Marcelino de Oliveira

Francisco Pereira de Carvalho

Raul Camargo

 

8º -  De 01/01/1929 a 30/10/1930

Prefeito:

Ulysses Corrêa

Vice-Prefeito:

Marcelino Ribeiro do Amaral

Vereadores:

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Raul Camargo

Artur de Freitas Montenegro

Natale Borsseti

OBS: Em 30/10/1930 o Município foi entregue a uma junta revolucionária presidida por João de Campos Pacheco, sendo Prefeito interino o Sr. Acioli Delfino Rodrigues. Em 15/01/1931 foi nomeado Prefeito o Sr. João de Campos Pacheco. Em 01/03/1933 foi  nomeado Prefeito José Pereira. Em 20/09/1933 foi nomeado Prefeito o Sr. Marcilio Ribeiro do Amaral. Em 21/04/1935 tomou posse um concelho consultivo assim formado: José Gonçalves de Oliveira Sobrinho, Raul Camargo, Marino Inforzato, João Sinisgali e Carmo Megale. Em 23/05/1936, depois de novas eleições, tomou posse os novos membros da Câmara Municipal.

 

9º -  De 23/05/1936 a 10/11/1937

Prefeito:

Marcilio Ribeiro do Amaral

Vice Prefeito:

Raul Camargo

Vereadores:

José Gonçalves de Oliveira Sobrinho

Antonio Amaral Sobrinho

João de Campos Pacheco

Guilherme Giraldo Ferreira Campanhã

Francisco Antonio Nigro

Henrique Inforzato

OBS: O Vereador Francisco Antonio Nigro mudou seu nome para Francisco Cezar Nigro, devido a multiplicidade de nome.

- A 10/11/1937 a Câmara foi dissolvida e o senhor Marcilio Ribeiro do Amaral permaneceu na Prefeitura por mais alguns meses, vindo a exonerar-se em Julho de 1938

- Em 15/07/1938 foi empossado Prefeito o Sr. Guilherme Francisco da Silva

- Em 17/03/1939 até 22/03/1947,  foi Prefeito o Sr. Guilherme Giraldo Ferreira Campanhã.

- Em 25/03/1947, assumiu a Prefeitura o Dr. Aloysio Muniz Barretto, que renunciou a 17/12/1947, ficando o cargo entregue até o final do ano ao Secretário da Prefeitura Sr. Almanzor Travassos de Meneses.

- Em 01/01/1948, voltando o País à vida normal de escolha de seus dirigentes, tomou posse novamente à Câmara Municipal e seus Vereadores.

 

10º - 1948 a 1951 

Prefeito:

Orestes Maniero

Vice-Prefeito:

Não havia. Assumia o Pres. Da Câmara

Vereadores:

Dr. Aloysio Muniz Barretto

Dr. Hélio Inforzato

José Pereira

Luiz Moreshi

Guilherne Giraldo Ferreira Campanhã

Romulado Menotti Alexandre Ciocchetti

Antonio Christianini

Francisco Mazzafera

Raul Ribeiro do Amaral

Orlando Gasparini

Benedito de Arruda Santos

Orides Brandão Campanhã

José Maria de Oliveira

OBS: Com a renúncia do Vereador Guilherme Giraldo Ferreira Campanhã tomou posse o suplente José Pacheco de Almeida Prado Filho. Este renunciando assumiu o 2º suplente Adib Saffi. Com o afastamento do Vereador Antonio Christianini tomou posse o Suplente Guilherme Del Bianco. No último ano do mandato renunciou o Vereador José Pereira, e como na sua legenda não possuía mais suplentes, a Câmara passou a funcionar com 12 Vereadores.

 

11º - 1952 a 1955

Prefeito:

Dr. Aloysio Muniz Barretto

Vice-Prefeito:

José Pereira

Vereadores:

José Maria de Oliveira

Raul Ribeiro do Amaral

Francisco Cezar Nigro

Rubens Schrepel

Tertuliano Augusto da Silva

Dr. Hélio Inforzato

Romualdo Menotti Alexandre Giocchetti

Ozorio da Silva Bueno

Alexandre Colleone

Pedro Mazzafera

João Batista Danieleto

Carlos Alberto Baccarin

Felicio Febronio

Domingos Sanseverino

 

12º - 1956 a 1959

Prefeito:

Enio Inforzato

Vice-Prefeito:

Ozorio da Silva Bueno

Vereadores:

Dr. Aloysio Muniz Barretto

Dr. Hélio Inforzato

Heráclito Lacerda

Attilio Luiz Bellini

Romualdo Menotti Alexandre Ciocchetti

Miguel Baccarin

Sebastião Gonçalves de Oliveira

Bruno Baccaro

Alcyr Vinicio de Freitas

Delson Godoy Silva

Antonio Lahóz Netto

 

13º - 1960 a 1963

Prefeito:

José Gonçalves de Oliveira Netto

Vice Prefeito:

Attilio Luiz Bellini

Vereadores:

Dr. Aloysio Muniz Barretto

Delson Godoy Silva

Romualdo Menotti Alexandre Ciocchetti

Sebastião Gonçalves de Oliveira

Vicente Sanseverino

Antonio Lahóz Netto

Felicio Febronio

Miguel Baccarin

Enio Inforzato

Darly Plinio Inforzato

Alexandre Colleone

Francisco Gregori

José Maria de Oliveira

 

14º - 1964 a 1968

Prefeito:

Xerxes Bertelotti

Vice-Prefeito:

Attilio Luiz Bellini

Vereadores:

Enio Inforzato

Onivaldo Antonio de Lucca

Miguel Baccarin

João Batista Danieleto

Sebastião Gonçalves de Oliveira

David Marques Ferreira

Antonio Marcelino dos Santos

Vicente Sanseverino

Elvio Vicentini Junior

Guido Moretto

José Augusto Christianini

Francisco Frari

 

15º - 1969 a 1972

Prefeito:

Enio Inforzato

Vice-Prefeito:

Attilio Luiz Bellini

Vereadores:

Onivaldo Antonio de Lucca

Remigio Diegues

Braz Reynaldo Armentano

Elvio Vicentini Junior

Antonio Marcelino dos Santos

Darcio de Araujo Santos

Francisco Frari

Heráclito Lacerda Junior

Dionisio Simões Mathias

José Augusto Christianini

Sebastião Gonçalves de Oliveira

 

16º - 1973 a 1976

Prefeito:

Xerxes Bartelotti

Vice-Prefeito:

Elvio Vicentini Junior

Vereadores:

Sebastião Gonçalves de Oliveira

Abelmir Bortolo Tonon

Antonio de Pádua Sufredini

Benedicto Bueno de Camargo

Generoso Tirolo

José Morilio

Onivaldo Antonio de Lucca

Pedro Rodrigues Bueno

Remigio Diegues

 

17º - 1977 a 1983

Prefeito:

Elvio Vicentini Junior

Vice-Prefeito:

Antonio de Pádua Sufredini

Vereadores:

Sebastião Gonçalves de Oliveira

Benedicto Bueno de Camargo

Alfredo Sormani Junior

Francisco Carneiro

Hugo de Souza Amaral

João Rezende Netto

Braz Reynaldo Armentano

Moacir Donizete Gimenez

Antonio Chacon (Fal. Em 15/10/1980)

Deodato Osorio Moretto

Francisco Odair Calciolari (suplente)

 

18º - 1983 a 1988

Prefeito:

Alfredo Sormani Junior

Vice-Prefeito:

Braz Daniel Zeber

Vereadores:

Abelmir Bortolo Tonon

Antonio Enio Marques

Deodato Osorio Moretto

Francisco Carneiro

Hugo de Souza Amaral

João Jurandir

Giachini

Luiz Augusto Geraldi da Silva

Moacir Bernardino de Freitas

 

19º - 1989 a 1992

Prefeito:

Braz Daniel Zeber

Vice-Prefeito:

Abelmir Bortolo Tonon

Vereadores:

Antonio Guica de Souza Junior

Antonio Moura

Carlos Luis Adão Matoso de Oliveira

Eloy de Almeida Prado Neto

Hugo de Souza Amaral

João Marcilio Affonso Ribeiro do Amaral

José Antonio Marques

Luiz Augusto Geraldi da Silva

Manoel Aparecido Costa

Regina Margarida Pires de Campos

Ricardo Henrique Inforzato

 

20º - 1993 a 1996

Prefeito:

Abelmir Bortolo Tonon

Vice-Prefeito:

Luiz Augusto Geraldi da Silva

Vereadores:

Antonio Guica de Souza Junior

Caio Afonso Junior

Carlos Luiz Adão Matoso de Oliveira

Djalma Antonio Clarete Ferro

Hugo de Souza Amaral

João Jurandir Giachini

Manoel Aparecido Costa

Nilson Cordeiro de Souza

Luiz Antonio Matoso de Oliveira

Sebastião Simões Mathias

Ricardo Henrique Inforzato

 

1997 à 2004 – Moacir Donizete Gimenes

2005 à 2008 – João F. B. Danieletto

2009 à 2012 – João F. B. Danieletto

2013 à 2016 – José Carlos Soave

 

HINO BOCAINA

 

Música: Adelina Mazagão

Letra: Maria Aparecida Ribeiro Pires de Campos

 

Um hino de louvor cantemos

Aos fundadores desta terra

Cantemos deste solo amado

As tradições e valores

O velho cafezal imenso

É lindo verde véu

São João Batista é

Padroeiro deste nosso céu.

 

Com grande orgulho apresentamos

O nosso escudo bocainense

Que encerra toda nossa vida

O ideal que buscamos

Com fé justiça e trabalho

Havemos de seguir

Este teu lema que

Nos convida a te amar – servir.

Estribilho

 

Bocaina, Bocaina

Ó terra imortal

Teu nome é sagrado

É à força do meu coração

Bocaina, Bocaina

Regaço gentil

És linda toda cheia de luz

Paraíso de nosso Brasil

 

Em teu solo amado

Eu quero viver

É graça bendita

Em teus braços

Amar e morrer.

 

És paraíso de encantos mil

Bocaina amada

Meu Brasil !!

 

 

CONFORME A LEI Nº 399 DE 09 DE AGOSTO DE 1967 QUE INSTITUE BRASÃO DE ARMAS DO MUNICÍPIO

 

DESCRITIVO

“Escudo samnítico, encimado pela coroa mural de seis torres de prata. Em campo de prata, posto em abismo, um anzol de quatro farpas, de sable e em ponta uma faixa ondada de bláu carregada com três peixes nadantes de ouro, sobreposta por um jacaré de sable. Firmado em Chefe de bláu um Cordeiro Pascal ombreando uma cruz onde se prende uma flâmula, tudo de prata; na flâmula, em letras de goles a divisa latina ECCE AGNUS DEI. Orla de bláu, carregada de cinco flores-de-lis de prata. Como suportes à destra, um ramo de algodão florido e à sinistra um ramo de café frutificado, tudo ao natural, entrecruzados em ponta, sobre os quais se sobrepõe um listel de bláu, contendo em letras de prata a divisa FÉ-JUSTIÇA-TRABALHO.

 

 

SIMBOLOGIA

O escudo samnítico, usado para representar o Brasão de Bocaina, foi o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal por influência francesa, evocando aqui a raça latina colonizadora e principal formadora da nacionalidade brasileira.

A coroa mural que o sobrepõe é o símbolo universal dos brasões de domínio de prata, de seis torres, das quais apenas são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade que representa na Terceira Grandeza, ou seja, sede de Município.

O metal de prata do campo do escudo é símbolo heráldico da paz trabalho, prosperidade, amizade e justiça, lembrando no Brasão o caráter de um povo, firmado nos mais nobres ideais em prol da grandeza de sua cidade.

 

 

RESOLUÇÃO SET-Nº 49 DE 26 DE DEZEBRO DE 1981. 

Considerando que a FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA, que se realiza, anualmente, na cidade de Bocaina, na segunda quinzena do mês de Junho, encerra comemoração religiosa de magnífico colorido folclórico, cujo evento remonta, presumivelmente, ao ano de 1880 – época histórica da Colonização daquele tradicional município paulista; no ARTIGO 1º - Fica oficializada a Festa de São João Batista, que se realiza, anualmente, na segunda quinzena do mês de Junho, na cidade de Bocaina, para fins de sua inclusão no calendário turístico da Secretaria de Estado dos Negócios de Esportes e Turismo.

 

(in: “História do Município de Bocaina – 2001”)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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